9 de março de 2010

Sinto-me como uma casa abandonada,

reflexo de um largar, de um desistir, abandonar, partir. 
Mas que não pode partir de si, está lá, está cá, existe.

... E as madeiras vão rachando, o pó pousando, as dobradiças enferrujando, a janela abrindo, as plantas invadindo e os parasitas habitando.

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