... that life could feel so soft, so unharmful, so breathable...
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17 de julho de 2026
19 de maio de 2019
Silêncio
Silêncio... para respeitar a lagrima que nasce para sarar, como um suspiro antes do descanso.
Silêncio... que vai começar um nova sinfonia, entoam-se hinos à vida com a voz timida dos passaros da madrugada. E um exército de confiança marcha leve e alegremente, sem ruido, no fundo da estrada aberta.
Silêncio... que a vida desenrola-se e merece ser sentida e valorizada.
All myself to you by Yiruma
14 de agosto de 2017
4 de junho de 2017
Abraça-me com o silêncio dos movimentos
Deixa o tempo escoar entre os nossos braços e escorrer de mansinho para o chão
Onde os nossos pés já não são nossos, não importa de quem são... Não são nada...
Juntos, sem fronteiras, sem pensamentos, estamos... e somos só alma e coração
Onde os nossos pés já não são nossos, não importa de quem são... Não são nada...
Juntos, sem fronteiras, sem pensamentos, estamos... e somos só alma e coração
13 de maio de 2017
libertar-se
As minhas sombras libertam-se e voam como corvos para outros
destinos
As minhas vestes perdem o peso, deixarão de engolir a luz?
Caminho, ainda e sempre, e sinto que ganho por perde-las
Ignoro o medo de não saber como irá ser, mas sei que é agora
o momento
Refreio a vontade de olhar e de as travar, deixa-las partir…
acreditar
Os meus horizontes existem e não se definem ainda
A aurora está cheia de promessas, será que a deixarei
cumprir?
Acredito, ainda e sempre, na relatividade do tempo e do
espaço
Percebo as confluências e a ubiquidade do destino e do livre
arbítrio
Solto as rédeas à continuidade e à vida, deixa-las ser… caminhar
26 de dezembro de 2016
Felizes os dias
em que andam promessas de sonhos, de cor, de luz no ar.... sussurrando:
"shhhh vais adorar!..." e eu, com um sorriso, só posso acreditar.
Voam
E, ás vezes, porque tem de se deixar as rodas dentadas do tempo girarem os rostos afastam-se, temos de escolher um lado para nos virarmos... sabendo que para sempre levaremos no nosso coração aquele abraço aberto, aquela mão quente, aquele ouvido atento e o olhar de aceitação que recebemos e demos sem esperar retorno.
E, às vezes, as pessoas morrem prematuramente na matéria por escolha própria... e a vida segue noutro lado.... longe daqui, sem ou com outros abraços, outras mãos, outros ouvidos ou olhares.... e fica a riqueza do que foi e não se perde, nem se vive... apenas se guarda como memória reconfortante do nosso caminho.
26 de julho de 2016
26 de março de 2016
Éire
Éire, March 2016
12 de dezembro de 2015
11 de outubro de 2015
Saborear
o silêncio e a paz que trazemos no fundo do ruído e das emoções....
Sins and omissiona - The Montgolfier Brothers
12 de setembro de 2015
3 de agosto de 2015
Um calor húmido, uma rajada seca
Um sol ardente, uma pedra na sombra fria
Esta inconstância, esta diferença, esta necessidade de dança
Entre um e outro, o sim e o não, o bom e o mau, a calma e a
preocupação
Cansa-me, gasta-me, … mas viver é também isso, usar recursos
Deplecção e abundância em ciclos relativamente rápidos
Movimento contra inercia, silêncio no fundo do ruido,
Saltar com naturalidade
e estar sentado cheio de vida
20 de junho de 2015
Passeio parada
Embalada na musica que a onda faz ao desfazer-se na praia
Vou e venho, percorrendo a minha alma, dançando o tronco
Visitando as memorias mais desarrumadas e as mais puras
E nos meus olhos passam imagens e na minha cabeça palavras, etiquetas
Às vezes a emoção percebe a importância, outras vezes apenas assiste
E sem rumo viajo em mim com a segurança do mar que me prende aqui
Assim na àgua cadenciada que se espalha na areia, saboreio-me
12 de junho de 2015
Tenho saudades de ti
Como quem escreve para si porque o que se soletra é sentido
Escrevo-te que o coração pesa-me por se saber tão leve contigo
E não te ver e não te abraçar e não te sossegar e não te presenciar
Escrevo-te que o coração pesa-me por se saber tão leve contigo
E não te ver e não te abraçar e não te sossegar e não te presenciar
6 de maio de 2015
Timeless
Sem tempo nas mãos, sem tempo no coração
E tudo lentamente se alinha, se encaixa, se define
Sem tempo no pensamento, sem tempo!
Em forma de sincronia e simbiose, tudo evolui
Sem tempo... porque de repente o tempo é paz e infinito
E o tempo ficou secundário, em forma de suspensão!
30 de abril de 2015
Portas vermelhas
Portas e puxadores
Para se empurrarem
Dobradiças, impecilhos,
Peso de madeira e ferrugem
Paineis maciços e adornos
Escuridão, isolamento.
Pregos e ferros não vistos
Punhais que cortam as mãos
Desenhos em espirais, ilusão
Paragem, pausa, pontuação
Desgaste, dentro, duração
Chega, digo não não não
Para se empurrarem
Dobradiças, impecilhos,
Peso de madeira e ferrugem
Paineis maciços e adornos
Escuridão, isolamento.
Pregos e ferros não vistos
Punhais que cortam as mãos
Desenhos em espirais, ilusão
Paragem, pausa, pontuação
Desgaste, dentro, duração
Chega, digo não não não
12 de abril de 2015
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