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17 de julho de 2026

Who knew?


 ... that life could feel so soft, so unharmful, so breathable...


19 de maio de 2019

Silêncio

 

 ... que se faz nobreza na alma, que solenemente reconheço a essência das minhas paredes, a cor da minha luz e se assumem todos os defeitos como feitios, sem julgamento.
Silêncio... para respeitar a lagrima que nasce para sarar, como um suspiro antes do descanso.

Silêncio... que vai começar um nova sinfonia, entoam-se hinos à vida com a voz timida dos passaros da madrugada. E um exército de confiança marcha leve e alegremente, sem ruido, no fundo da estrada aberta.

Silêncio... que a vida desenrola-se e merece ser sentida e valorizada.
All myself to you by Yiruma

21 de janeiro de 2018

Dharma is the intrinsic nature of a thing!

With and through you
I am and live
the Dharma
of life and eternity!


The currents by The national parks

20 de novembro de 2012

Não deixar

que a sombra nos escureça!

21 de junho de 2011

O mar que me canta

Sem palavras. Aguardo o que dirá o som das conchinhas que em reboliço voltam ao mar, para tentar perceber o que a onda em rebentação deve ter dito em surdina... e eu não consegui compreender!

23 de novembro de 2010

Bolas!

Tentei, pensei, suspirei, medi, senti, tentei, parei, decidi e respondi!
E no mais soft que pude parece que ainda assim  fui implacável... tanto que nunca mais se ouviu um pio! E lamento ter razão, esperava bastante mais desta pessoa...

De repente

e quando em evidência sinto que te preciso, apetece-me fazer-me pequenina... e  adormecer-me acordada no teu colo!

21 de novembro de 2010

No caminho e aparentemente sempre a perder! Até um dia...



Sobreviveu… acabou! No campo de batalha, duma guerra onde até já nem os dias eram contados, entre as brumas de uma nova madrugada cinzenta e fria até aos ossos. Sem sentir o sangue que escorre num fio, feito rio, no leito das temporas, ignorando as mãos doridas de tantos golpes de espada, os olhos vagueiam sem pensar, nem ver, os cadaveres que jazem escuros no chão. Com uma resistência, que se apaga, levanta ligeiramente a cabeça e percebe a bruma que se passeia como a penar, como nuvens que desceram para transladar… Em silêncio, nem o vento geme!  Em silêncio, vindas da fome e da guerra, lágrimas secas enchem o seu olhar…
Sobreviveu… acabou! Recorda os adversários derrotados, a vitória sabe-lhe a fel! Perdeu tanto que nem se lembra do que ganhou! Do que ganharam todos aqueles que perderam também a vida. Mas sabe que no meio das trevas a luz cega e que pela luz se desce e se atravessam as trevas… Tão cansado que nem tem força para pousar a espada! A vida parece-lhe vazia, inocupada, fria. A vida são as cinzas das casas onde se lutou, das casas onde se cresceu, das casas onde se amou. As cinzas são férteis para o terreno. As cinzas são infinitamente tristes e o seu peito molha-se de lágrimas não choradas...
Acabou, ... acreditava que chegaria ao fim vitorioso e exausto, mas nem percebe como afinal sobreviveu! Acabou... não tarda começa um novo dia, aparentemente apenas mais um dia, mas desta vez tão totalmente novo!
ao som de Adagio for Strings,OP.11 de Samuel Barber

19 de novembro de 2010

nos-t-algia

O meu coração tropeça
e ao som e no tempo do vento nas arvores
passeiam em mim memórias do que foi e podia ter sido...
Humility de Wim Mertens,  foto de Henry Cartier-Bresson

30 de setembro de 2010

Tenho um pedido,

irrecusável, a fazer-me: confia em mim!

23 de setembro de 2010

What will be...



The inner desire to be able to feel and
I would somersault in sand with you
... a you that I don't even know if  I already know!
I feed other people's parking meters
I brought you around
I talk to loners, I ask how's their week
I give love to all and give love to you
When you fear the unknown I feel like home
I feel like home
Somersault, Zero7

15 de setembro de 2010

Desejo

que o despertar em ti  seja cada vez maior...

13 de setembro de 2010

Ah...



benditos (fins de) dias de Verão!

23 de agosto de 2010

Cabo da Boa Esperança

Vivemos juntos a tempestade
Num tango emprestado aos deuses, desnudado
Nos olhos um intenso luar
Nas palavras que não dizemos a paz
No teu abraço o meu corpo cansado, em curvas
Nas minhas mãos passos perdidos de uma dança
Na nossa respiração a brisa da bonança
No teu peito a minha estrela polar
No meu suspiro promessas de mar

11 de agosto de 2010

Um dia vou-te encontrar


num perfume de uma frésia
num rebordo de uma onda
num amanhecer renovado
na contra-capa do meu livro
na baínha de uma espada
na mesma escarpa da falésia 

vou-te encontrar 

sem saber que já te tinha
sem dizer que já sabia
sem ouvir um "tem cuidado"
nem estranhar-te ao meu lado
nem duvidar da utopia
nem tu sozinho nem eu sozinha

9 de agosto de 2010

Cuidar

Tira-me a necessidade de esperança,
como quem me despe devagar.
Suspira-me a alma sem pensar,
como quem faz uma aliança.
Toca-me e passeia em mim
como quem, sem horas, não tem caminho.
Lava-me a face, destapa-me o sorriso
como se a àgua fosse a liberdade.
Veste-me de brilho e de sentimento
como quem sabe coser a paz.
Sento-me ao teu lado, a mão pousada,
como quem sabe o que é amar.

2 de agosto de 2010

Sonhei

e em ti foi-se iluminando a vontade de me encontrares. Não sei quem és, mas o teu caminho vai-se iluminar e conduzir-me até ti... quando o tempo, sem barulho, tiver virado a página.

29 de julho de 2010

Quem sabe

um dia regresses? 
um dia eu volte a ser plenamente feliz sem ti? 
São apenas perguntas... e, sem respostas, sigo a minha vida.

13 de julho de 2010

História de um beijo

Sem saber, cresceu num dos cantos da boca
E depois de um sorriso, saiu em voos rasantes
Saiu completo, saiu sussurado, saiu pasmado
E depois, tentado, saiu para o canto do teu lábio
E, se é coisa que se faça!, o beijo foi beijado

9 de julho de 2010

WEEK END...

we must, WE CAN!