Matéria é energia e apesar de não teres átomos existes.
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26 de dezembro de 2016
18 de junho de 2015
Saida sentida
Saltem copos, soltem-se gargalhadas
Brindemos à vida!
Rodopiemos entrelaçando sorrisos
Brilhem os olhos das crianças que somos
O amanhã não existe hoje
Nem o passado nos pode apanhar
Abracemo-nos, somos todos feitos do mesmo
E somos todos cúmplices da vida
Festejemos por conseguirmos com muito mais poder
Dar-lhe um sentido, uma saida.
9 de abril de 2015
Quem te mostrou a mim?
Quem te pintou assim?
Contornos que me cativam, me atraem
Com curvas onde se aninha o carinho
Quem te desenhou assim?
Com um sorriso que não vem só do lábio,
Olhos de sonhador, como quem vê o mundo colorido
Quem te cantou assim?
Com uma voz colocada, uma gargalhada
De quem prefere reagir a morrer calado
Quem te moldou assim?
Com uma pele quente, da que é mais do que cobrir a gente
Com o formato de um abraço transpirado
Fotografia de Gonzalo Bénard
9 de novembro de 2014
9 de outubro de 2014
16 de julho de 2014
16 de junho de 2013
Hum...
Amar-te em silêncio por caminhos menos fáceis e no entanto apaixonantes e desejados
Amar-te em silêncio acreditando que me conheces e compreendes
Amar-te em silêncio na calma que consigo manter, no acreditar que quero e sinto ter
Amar-te em silêncio sufoca-me um pouco!
Amar-te em silêncio acreditando que me conheces e compreendes
Amar-te em silêncio na calma que consigo manter, no acreditar que quero e sinto ter
Amar-te em silêncio sufoca-me um pouco!
25 de fevereiro de 2012
5 de abril de 2011
24 de março de 2011
22 de janeiro de 2011
10 de janeiro de 2011
2 de janeiro de 2011
31 de dezembro de 2010
22 de dezembro de 2010
30 de novembro de 2010
26 de novembro de 2010
por existires
Não tenho tido silêncios vazios,
mas agora um espaço enorme, clamando presença, grita dentro de mim...
Close cover de Wim Mertens
o Ego
levanta-se e insurge-se, tentanto ser o que outrora foi, dominar, brilhar, reinar. Mas eu, atenta, ignorando-o, não o alimento...
e repito para mim: sou o que sou!
e repito para mim: sou o que sou!
4 de novembro de 2010
(suspiro)
Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro;
a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.
a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.
Platão
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