Estás a 'picar-me'! ;) O Cogito ergo sum de Descartes não implica uma posição passiva em relação à vida... muito pelo contrário, pensar é necessário a todas as acções da vida incluindo amar, respirar e ser... pensar por pensar é fútil (creio) e, creio também, impossível, pois temos de ter obrigatóriamente matéria/dados sobre os quais pensar, sendo que estes dados só podem ser adquiridos pela experiência ou induzidos/deduzidos pela mesma... ou seja, não é o simples acto de pensar que prova, idealmente, a nossa existência, mas sim o acto de pensar, como reflexo do nosso viver em plenitude, que prova a nossa existência. Penso eu de que... ;)
Sus.. por mim comentas sempre sem censuras, ok? ;-) um beijo! Hélio, sim, pensar para tornar consciente, criar, digerir... Referia-me ao pensar vicioso que às vezes se persegue a si próprio e nos rouba espaço e tempo para a vida "no terreno", o pensar a que chamaste de fútil. Ficar a pensar... a meta-pensar... será impossível? Acho que, por secantes, se consegue! Será? Ah... picado? :-P
Tenho de subscrever este teu post em todas as suas palavras, nada chega perto de viver, amar, ser... por mais que se possa pensar.
ResponderEliminarBeijos
Estás a 'picar-me'! ;)
ResponderEliminarO Cogito ergo sum de Descartes não implica uma posição passiva em relação à vida... muito pelo contrário, pensar é necessário a todas as acções da vida incluindo amar, respirar e ser... pensar por pensar é fútil (creio) e, creio também, impossível, pois temos de ter obrigatóriamente matéria/dados sobre os quais pensar, sendo que estes dados só podem ser adquiridos pela experiência ou induzidos/deduzidos pela mesma... ou seja, não é o simples acto de pensar que prova, idealmente, a nossa existência, mas sim o acto de pensar, como reflexo do nosso viver em plenitude, que prova a nossa existência. Penso eu de que... ;)
Beijo!
Sus.. por mim comentas sempre sem censuras, ok? ;-) um beijo!
ResponderEliminarHélio, sim, pensar para tornar consciente, criar, digerir... Referia-me ao pensar vicioso que às vezes se persegue a si próprio e nos rouba espaço e tempo para a vida "no terreno", o pensar a que chamaste de fútil. Ficar a pensar... a meta-pensar... será impossível? Acho que, por secantes, se consegue! Será? Ah... picado? :-P