No meu olhar calmo que passeia em ti não se adivinham as tempestades que abrigo. No sorriso do olá, simples e discreto, não se percebem os vulcões que me derrubam. No meu caminhar decidido, ligeiro, não se percebem os ventos que me entontecem. Na minha voz alegre e ritmada não se adivinham as gotas de àgua que fervo...
No leve piscar de olhos se dizem muitas e poucas coisas, que não se advinham nas ardentes palavras em silêncio...
ResponderEliminar(deu-me para ser poética, em vez de comentar apenas! eheheheh)
Beijos!
a meteorologia interior que fervilha como um vulcão que ainda não entrou em erupção, ainda... não precisamos de dizer tudo, precisamos que alguém o perceba de vez em quando.
ResponderEliminarPersona em grego significava "máscara". Todos nós temos as nossas máscaras... e, por detrás delas, encerra-se todo um Universo...
ResponderEliminarBeijos!
Estou certo, que onde os teus olhos passeiam, existem outros olhos tempestuosos, que o sorriso que responde ao teu, também estará em erupção. Também o seu caminhar balança, no mesmo vento, e que a voz que responde á tua também fervilha.
ResponderEliminarCertamente que é recíproco.
Beijo!
PS:Maravilhosamente lindo, este teu Post.
Sente-se a ebulição...
ResponderEliminarSus... ser poética é bom (sinal), digo eu! :-) Beijo
ResponderEliminarCar... tens toda a razão!
Hélio... estou sempre a aprender (contigo) e gosto e digo isto sem persona. Beijo
SP... bah!Quem sabe? Onde? Deixa ver.... ahahha! Beijo
I... cuidado com os salpicos... ;-)